terça-feira, 22 de novembro de 2011

Relato de aula - 14 - Regência e Didática do Canto Coral

- Exercícios para concentração e agilidade com a frase "Esta senhora mandou entregar esse presente àquele senhor", primeiramente com o nome das pessoas, depois com o nome da voz e por ultimo misturando tudo!
- Exercícios de aquecimento (retirado do blogfólio da Rosangela, pois eu não anotei tudo!);
1.Exercícios corporais de integração (caminhadas pelo espaço, andar de olhos fechados, etc)
2.Preparação do corpo – consciência da inspiração e da expiração, alongamentos, exercícios com consoantes (n, r, nh, l, v, z, g, j, br, – cuidado para não colocar o t ou p antes), fazê-los em tonalidades baixas que sejam confortáveis
3.Apoio – deitar no chão, trabalhar com palavras como por exemplo “ssssssssssssssapato” – s, x, f – usar dinâmicas e durações
4.Articulação: stacatto, sustentação, durações diversas, inspiração lenta, rápida, etc
5.Trabalho de massagem e estímulo a toda cavidade bucal: beijos, estalos, língua, atrás dos dentes, bocejos, etc
6.Introduzir vogais – u (com bico) muuuuuuuuuuuuuuiuuuuuuuuuuuuuiuuuuuu, moioioioioio, etc  – sempre do agudo para o grave
7.Praticar por exemplo a peça “Todo dia o sol levanta” que começa do agudo e vai para o grave
8.Pode-se fazer exercícios com movimentos corporais. Ex. li pi li pi li => faço com um passo à frente, para direita, etc
9.Pode-se usar trava-línguas

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Relato de Aula - 14 - Metodologia I

Trabalhos apresentados pelo colegas:

ANTONIO LEAL DE SÁ PEREIRA - Thiago Horacio e Anderson Bouzan




- Existe uma escola Sá Pereira
- Livro dele não foi reeditado
- Teve contato com Dalcroze
- Retornou ao Brasil depois de 17 anos, e foi convidado a lecionar na Escola de Musical de Pelotas - RS.
- Foi professor de piano de Camargo Guarnieri
- Critico muito grande dos métodos de ensino de música da época.
- Defensor dos professores de música, sempre lutando por melhores condições.
- Foi para os EUA e durante 3 meses conheceu o método de ensino desse país.
- Criou o Conservatório Brasileiro de Música.
- Criou vários métodos de ensino de intervalos, figuras ritmicas, baseados nos métodos de Dalcroze.
- Utiliza bandinha ritmica.
- Contribuição da Lucila: Josete Felix, trabalha com musicalização infantil em Jundiai, deve ter tido aulas com Sá Pereira, devido a um método semelhante de ensino de quiálteras.
5 "eu ja disse que"
6 "eu ja disse que não"
7 "eu já disse que não vou"
8 "eu já disse que não vou mais"
- Fazia testes para os alunos ingressarem nas aulas.

CACILDA BORGES BARBOSA - Lucila




- Estudos Brasileiros para Piano Solo
- Nasceu em 1914, faleceu em 2010
- Sofreu de Alzeimer
- É citada na Enciclopédia Brasileira de Música
- Apesar de ser uma ótima pianista, não quiz seguir carreira, se dedicando à composição.
- Foi pioneira com música eletrônica no Brasil, viajando para outros países para pesquisar tecnologias.
- Filosofia de trabalho: "Minha música é o grito de guerra do brasileiro"
- Começava com intervalo de quinta (do-sol), inseria a mediante (do-mi-sol), incluia a supertônica e a subdominante ré e fá, depois a superdominante lá e finalmente a sensível sí.

MARIA DE LOURDES MASCARENHAS VALLIER - Carol




- Decada de 60
- Ingressou na UFRJ
- Mudando do Rio de Janeiro teve que aprender tudo de novo.
- Tomou contato com Robert Pace.
- Métodos de estudo de piano em grupo.
- Cacilda ajudou a fazer as melodias dos livros da Maria de Lourdes.
- Seu método trabalha a criança antes da parte técnica.
- Trabalha com leitura relativa

JURITY DE SOUZA FARIAS - Diogo e Jessica

- Não tem informação sobre ela na internet
- Nasceu no dia 08/06/1910, faleceu em 02/01/1980
- Tinha ouvido absoluto.
- Se formou pelo CBM
- Fundou um conservatório no suburbio do Rio, que futuramente virou faculdade.
- Escreveu o livro chamado "Curso Pré Teórico"
- Queria difundir um modelo de professor, um novo tipo de professor.
- Seu primeiro trabalho foi apresentado numa tese na Escola Nacional de Música.
- Solfejo muito forte, baseados em Dalcroze, através de processos mneumônicos.
- Baseado em frases.
- Contribuição do Teco: essa idéia já era utilizada pela Elisa ...., professora da USP

Relato de aula - 13 - Metodologia I

- Gerg Self e John Paynter (ver Metodologia II).

Relato de aula - 13 - Regência e Didática do Canto Coral

- Não preparação e preparação das entradas;
- Discussão sobre preparação do ensaio, onde os seguintes itens foram citados como importantes:
1- Escolher a peça
2- Tocá-la
3- Procurar uma gravação, referências
4- Reduzir a peça, ver o que é mais importante
5- Pensar no grupo, nas dificuldades técnicas
6- Tessitura da peça
7- Tonalidade
8- Ritmo
9- Prosódia
10 - Texto

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Relato de aula - 13 - Metodologia II

- Continuação do método Self

Tocamos novamente utilizando algumas partituras não convencionais de Self. Vários amigos da classe foram reger. Pelo que ví, não é nada fácil!!! Assim como não é fácil pegar de primeira uma grade para orquestra e sair regendo. Achei ótimo essa proposta!

- Iniciação a Paynter

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Análise do texto de Oscar Zander

Acredito que o maestro representa um ponto de convergência, uma referência para o grupo. Claro que isso não dispensa a necessidade do grupo SE ouvir e SE sentir, o que, aliás, é normalmente incentivado e promovido pelo maestro.

Quando o texto se refere à capacidade mímica, gestos de dança e harmonização de gestos, entendo que o regente não deve ser um mero metrônomo, marcando o pulso da música. Mas precisa, sim, buscar ser um artista com A maiúsculo. Ora, ele traduz a música em gestos para transmitir isso de volta aos músicos, de forma que estes possam aplicar a expressividade necessária para cada frase, cada trecho, cada nota. É música, dança, expressão corporal, e, sim, artes plásticas, juntas! Como se sua batuta fosse um pincel a criar a imagem com as cores, luz, intensidade e traços certos para cada música, cada frase, cada nota!

Estar a frente de um grupo, seja da forma que for, também implica em agregar mais valores, buscar algo além do puramente técnico. É o que eu acredito, é o que eu espero quando também estou em um grupo. Trazer o contexto em que a obra está inserida, fatos relacionados, antíteses, enfim! Tudo para enriquecer, ampliar, instigar, movimentar! Além disso, principalmente com crianças e jovens, ainda existe a questão moral: você é o exemplo, a referência.

Tecnicamente, concordo com a professora Mara, quando diz que cada regente deve ter seu estilo. Isso faz com que se tenha uma 'verdade' no que está sendo feito. E também acho fundamental se ter o conhecimento dos estilos, das formas, das escolas, pois é importante conhecer a real intenção da obra, pelo menos em algum momento. Dessa forma, qualquer trabalho que for feito terá um respaldo, um conteúdo, e, por mais que fuja totalmente da proposta inicial, terá consciência de todo o processo.

Quanto à pratica, estou procurando cada vez mais internalizar todas as rotinas necessárias para um bom desenvolvimento do trabalho. Acredito que o foi exposto no texto de Oscar Zander é adequado, coerente e muito bem estruturado.