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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Relato de aula - 3 - Pesquisa sonora e improvisação

A professor Enny solicitou que trouxessemos nossos próprios instrumentos para realizar a atividade. Dessa forma, tivemos o Isaac como seu trompete, a Carol com o violoncelo, o Teco com o contrabaixo, a Jéssica com a flauta-transversal, a Cássia com seu berimbau, o Thiago e o André com violões (sem bem me lembro!), e outros que agora não me vêem à lembrança. Aqueles que não trouxeram, ou pegaram emprestado ou escolheram alguns daqueles que ficam na sala, como xilofones, metalofones, tambores, etc.

Ela propos um tema na flauta, e todos tocamos utilizando os instrumentos que tinhamos. Tocamos de várias formas, inclusive interrompendo o ostinato para a realização de solos, diálogos, etc. Em alguns momentos a proposta não foi atendida, por vários motivos: alguns que não entenderam a proposta, outros que não percebiam quando os instrumentos de sons mais fracos estavam solando, e aqueles que nem sempre se concentram para estarem integrados e sintonizados no grupo. Conversamos sobre esses problemas e até repitimos algumas propostas. Na repetição o resultado sempre era melhor. Ou seja, é muito produtivo conversar, discutir, analisar o trabalho realizado.

Outro exercício que a Enny propos foi a de produzirmos uma textura rarefeita com os sons dos instrumentos, e aos poucos aumentarmos a densidade até atingir um ponto máximo. Nesse momento teríamos de silenciar, para a entrada de um solo. Quando o grupo achasse conveniente, o solo seria interrompido pela massa sonora, que aos poucos iria se rarefecer novamente, até chegar ao silêncio. Também tivemos que repetir duas vezes essa porposta, pois houve muita dificuldade em aumentar a densidade aos poucos, e principalmente em rarefecer aos poucos. Entretanto, até achei que o grupo estava, de certa forma, sincronizado, pois paramos juntos e retomamos juntos também a textura de pontos.

Na segunda parte da aula nos separamos em grupo para sonorizarmos um quadro. Foi muito, mas muito bonito mesmo o resultado, tanto do nosso grupo como dos demais. No nosso caso, escolhemos a paisagem do mar, com um barco ao fundo e uma gaivota.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Relato de aula - 2 - Pesquisa sonora e improvisação

Acredito que não tenha uma aula da pós que não me faça, além de melhorar minha prática pedagógica, e além de me fazer lançar um olhar crítico sobre o meu trabalho, também voltar para dentro de mim mesma, percebendo minhas limitações, meus bloqueios, e assim me fazer questionar o porquê de tais sentimentos.

Adoro as atividades expressivas que a professora Enny propõe. Me sinto livre, a vontade para participar, por exemplo, da atividade de aquecimento que ela conduziu hoje, que era falar uma frase com gestos expressivos. Também gostei muito de andar pela sala de olhos fechados, junto com os colegas, procurando sentir o espaço sonoro e fisico, dizendo frases e palavras aleatórias. É uma experimentação que me faz muito bem.

Mas quando o negócio é contar uma história, fico travada! É interessante, pois adoro falar, adoro relatar algo que aconteceu aos meus amigos. Só que quando se trata de fazer isso de forma expressiva, pode ser uma piada ou uma fábula, perco o chão!

A Enny nos entregou alguns livros, e tínhamos que escolher algum trecho para ler de forma expressiva. Adoro ouvir os meus colegas, e tenho até uma visão critica bem aguçada. Mas quando chegou minha vez fiquei super nervosa, sem saber o que fazer. Mesmo quando a professora solicitou que contássemos a história novamente, utilizando instrumentos para fazer a sonorização, achei que não ficou legal minha interpretação. Será que um dia eu consigo resolver esse problema? Snif!

Também fizemos a sonorização do filme 
For the Birds, da Pixar, utilizando flauta-doce.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Relato de aula - 1 - Pesquisa sonora e improvisação


Faltei nessa aula, mas pelos comentários dos amigos da classe e também com seus portfólios publicados nos blogs pude saber que foi trabalhada a sonorização através de materiais como papelão e jornal.


 Quando participei dos cursos no ateliê da professora Enny Parejo, fizemos várias atividades sons de jornal: pesquisa sonora, improvisação e até composição. Me lembro claramente que trabalhamos inclusive com forma, pois ao fazer a composição, tivemos que obedecer o esquema A-B-A, por exemplo.
Fizemos também uma encenação ao som de uma música, criando fantasias com as folhas de jornal. Foi muito divertido e expressivo.

 

Nunca trabalhei dessa forma com o papelão. Pelos comentários no blogfólio da Rosangela e do Diogo, percebo que deve ter sido muito interessante. Fiquei imaginando que timbres interessantes seria possível obter, e acabei fazendo uma pesquisa aqui em casa mesmo! Peguei várias caixas de sapato e também as caixas de papelão onde coloquei minhas compras do mercado (pois aqui em Caieiras os mercados também não entregam mais as sacolinhas!). De fato, é possível mesmo montar uma "bateria", como disse o Diogo! Também achei bem interessante o som de "reco-reco" que se obtem ao raspar a caneta ou lápis nos frisos do papelão, dá até para fazer um sambinha!