Curriculo em espiral = aprofundando cada vez mais.
"A solução estaria provavelmente em alguma modificação ou na abolição do sistema de graus ou séries em algumas disciplinas" (Bruner, 1950)
Estrutura fundamental da matéria de estudo:
- fundamentos
- memória humana
História - O que interessa mais: A sequência de reis da França ou a estrutura da Revolução Francesa?
Distância entre conhecimento "avançado" e o conhecimento "elementar".
Há certas idéias recorrentes que aparecem virtualmente em todos os campos da ciência.
Perquisar: Música e Matemática
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terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Relato de Aula - 14 - Psicologia da Educação
Ler o texto "Em torno de uma educação menor", de Silvio Galo
Bruner: participou da reforma na escola formal americana na década de 60.
Brasil: Lei de 1971 teve base na reforma americana.
Entretanto, nos EUA deu um resultado, aqui deu outro!
"O curriculo não pode ser uma política de estado, do ponto de vista do conteúdo"
"Por que todos tem que aprender a mesma história?"
Curriculo mínimo? 100 anos após ainda não funcionou.
Estados Unidos:
- maior parte é pública;
- pública é melhor que particular;
- currículo é reduzido, mas funciona.
Anos 50,60: escola de massa no mundo ocidental - os pobres vão à escola.
Bruner: participou da reforma na escola formal americana na década de 60.
Brasil: Lei de 1971 teve base na reforma americana.
Entretanto, nos EUA deu um resultado, aqui deu outro!
"O curriculo não pode ser uma política de estado, do ponto de vista do conteúdo"
"Por que todos tem que aprender a mesma história?"
Curriculo mínimo? 100 anos após ainda não funcionou.
Estados Unidos:
- maior parte é pública;
- pública é melhor que particular;
- currículo é reduzido, mas funciona.
Anos 50,60: escola de massa no mundo ocidental - os pobres vão à escola.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Relato de Aula - 13 - Psicologia da Educação
Livro "Vigiar e Punir" - Foucault
Da 2ª metade do sec. 20 a urbanização aumentou muito, causando uma diminuiçao da qualidade de ensino
LER:
- Jerome Bruner: O Processor da Educação "A importância da estrutura"
Da 2ª metade do sec. 20 a urbanização aumentou muito, causando uma diminuiçao da qualidade de ensino
LER:
- Jerome Bruner: O Processor da Educação "A importância da estrutura"
terça-feira, 31 de maio de 2011
Relato de Aula - 12 - Psicologia da Educação
Cartola:
- 1ª metade do século 20;
- frequentou a escola;
- funcionario público;
- coloca arte (Pedro Américo) e ciência (Cesar Lates) no mesmo nível.
* Ação Griô: valorizar sabedoria dos mais velhos.
Ferez: literatura marginal
PESQUISAR sobre Cesar Lates (irresponsabilidade do Governo Brasileiro quanto a politica nuclear)
"O conhecimentovem de duas fontes: a ciência e a arte" - RUTH
- 1ª metade do século 20;
- frequentou a escola;
- funcionario público;
- coloca arte (Pedro Américo) e ciência (Cesar Lates) no mesmo nível.
* Ação Griô: valorizar sabedoria dos mais velhos.
Ferez: literatura marginal
PESQUISAR sobre Cesar Lates (irresponsabilidade do Governo Brasileiro quanto a politica nuclear)
"O conhecimentovem de duas fontes: a ciência e a arte" - RUTH
terça-feira, 17 de maio de 2011
Relato de Aula - 10 - Psicologia da Educação
A professora Ruth não pode ir à aula por motivo de saúde, mas solicitou que fizessemos uma atividade em grupo para encontrar relações entre os textos: “A psicologia e o mestre” (Vigotski), “Aprender” (Fuganti), “Fora” (Cristina Mussi) e ” Sala de Aula” (Julio Groppa).
O grupo foi formado por Keila, Lucila, Rosangela e eu. Encontramos os seguintes pontos de intersecção entre os textos:
- Aprendizado: aprender o que pode o pensamento e o corpo, o aprendizado criativo, no qual o professor não deve passar os conhecimentos de forma acabada, mas educar a habilidade para que o educando adquira conhecimentos.
- Experimentação: como realização de um desejo, um lançar-se fora de si, um despertar, um caminho para o aprendizado criativo. “O criador é sempre da espécie dos descontentes”.
- Superação de Paradigmas: está ultrapassada a ideia que o professor é o produtor e detentor dos conhecimentos, assumindo o papel de “todo-poderoso”. Ele é pois um organizador do meio onde atua. O próprio aluno se educa, só a vida educa.
- Comunidade escolar: o coletivismo, o dinamismo, as diferenças presentes nas relações são fundamentais para o desenvolvimento humano, sem se abster da vida lá fora.
- Autoritarismo: não basta seguir a cartilha: conhecer o seu objeto, um programa e saber gritar em casos difíceis. O educador racional nunca educa. É preciso ser alguma coisa além de mestre. O educador deve seduzir, envolver, ao invés de exigir o silêncio, motivar a concentração.
- Sala de Aula: “Dentro: inclusão; Fora: exclusão. Sala de aula não é lugar, mas ocasião.” O professor de verdade não está só preocupado com os conteúdos que precisa ensinar, mas com as inquietações humanas, as alegrias e as obrigações da vida.
O grupo foi formado por Keila, Lucila, Rosangela e eu. Encontramos os seguintes pontos de intersecção entre os textos:
- Aprendizado: aprender o que pode o pensamento e o corpo, o aprendizado criativo, no qual o professor não deve passar os conhecimentos de forma acabada, mas educar a habilidade para que o educando adquira conhecimentos.
- Experimentação: como realização de um desejo, um lançar-se fora de si, um despertar, um caminho para o aprendizado criativo. “O criador é sempre da espécie dos descontentes”.
- Superação de Paradigmas: está ultrapassada a ideia que o professor é o produtor e detentor dos conhecimentos, assumindo o papel de “todo-poderoso”. Ele é pois um organizador do meio onde atua. O próprio aluno se educa, só a vida educa.
- Comunidade escolar: o coletivismo, o dinamismo, as diferenças presentes nas relações são fundamentais para o desenvolvimento humano, sem se abster da vida lá fora.
- Autoritarismo: não basta seguir a cartilha: conhecer o seu objeto, um programa e saber gritar em casos difíceis. O educador racional nunca educa. É preciso ser alguma coisa além de mestre. O educador deve seduzir, envolver, ao invés de exigir o silêncio, motivar a concentração.
- Sala de Aula: “Dentro: inclusão; Fora: exclusão. Sala de aula não é lugar, mas ocasião.” O professor de verdade não está só preocupado com os conteúdos que precisa ensinar, mas com as inquietações humanas, as alegrias e as obrigações da vida.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Relato de Aula - 9 - Psicologia da Educação
Luria: companheiro de Vigotsky
Trivium: Gramatica / Retórica / Dialética
Quadrivium: Aritmética / Geometria / Música / Astronomia
- O que o homem produziu de melhor
- Abstração
Sepultamento: há 100.000 anos atrás / sacralidade.
Depois da Revolução Francesa: escola laica.
Perder o brilho no olhar: medo e vergonha.
Objetivo: formatar as pessoas num padrão que interessa.
Coréia do Sul:
- já gastou até 10% do PIB com educação
- Brasil: 3%
"Eu tenho capacidade de intervenção na realidade"
Estética: catarse, disciplina da filosofia
Caos:
produtividade artistica dos anos 60, 70:
- processo de educação
- ??? aprendiam a ler e escrever
- espiritos criativos mais livres
Ditadura: 70, 71 é aprovada Lei 5692/71, LDB da ditadura (quando música saiu do curriculo)
A anterior - 4024/66 - era mais democrática (pequena burguesia urbana)
A proxima foi feita somente em 1996, 8 anos após constituição
Artes marciais: é importante para desenvolvimento do espírito
- Site: ouvir ativo (Marcelo Petralha)
- Cartola: pesquisar samba-enredo sobre ciência e arte
Trivium: Gramatica / Retórica / Dialética
Quadrivium: Aritmética / Geometria / Música / Astronomia
- O que o homem produziu de melhor
- Abstração
Sepultamento: há 100.000 anos atrás / sacralidade.
Depois da Revolução Francesa: escola laica.
Perder o brilho no olhar: medo e vergonha.
Objetivo: formatar as pessoas num padrão que interessa.
Coréia do Sul:
- já gastou até 10% do PIB com educação
- Brasil: 3%
"Eu tenho capacidade de intervenção na realidade"
Estética: catarse, disciplina da filosofia
Caos:
produtividade artistica dos anos 60, 70:
- processo de educação
- ??? aprendiam a ler e escrever
- espiritos criativos mais livres
Ditadura: 70, 71 é aprovada Lei 5692/71, LDB da ditadura (quando música saiu do curriculo)
A anterior - 4024/66 - era mais democrática (pequena burguesia urbana)
A proxima foi feita somente em 1996, 8 anos após constituição
Artes marciais: é importante para desenvolvimento do espírito
- Site: ouvir ativo (Marcelo Petralha)
- Cartola: pesquisar samba-enredo sobre ciência e arte
terça-feira, 3 de maio de 2011
Relato de Aula - 8 - Psicologia da Educação
Vigotsky
- A formação de conceitos
- Pensador Materialista / Dialético / Marxista
- A coisa mais importante da nossa vida é o aprendizado
- A ciência cumpre um papel importantíssimo
Caso interessante:
Escola da Ponte (norte de Portugal)
Diretor: José Pacheco
Desenvolveu uma prática chamada "Sistema de Assembléia", onde tudo era discutido por assembléia: curriculo, problemas, etc...
Foi solicitado e atendido ficar 5 anos fora das provas externas.
Quando voltaram a participar tiraram notas boas, sendo que antes eram os piores alunos.
Vigotsky: se interessou pela questão do aprendizado após ser convidado para trabalhar numa escola para deficientes.
PESQUISAR: métodos ativos, provedeuticas
- A formação de conceitos
- Pensador Materialista / Dialético / Marxista
- A coisa mais importante da nossa vida é o aprendizado
- A ciência cumpre um papel importantíssimo
Caso interessante:
Escola da Ponte (norte de Portugal)
Diretor: José Pacheco
Desenvolveu uma prática chamada "Sistema de Assembléia", onde tudo era discutido por assembléia: curriculo, problemas, etc...
Foi solicitado e atendido ficar 5 anos fora das provas externas.
Quando voltaram a participar tiraram notas boas, sendo que antes eram os piores alunos.
Vigotsky: se interessou pela questão do aprendizado após ser convidado para trabalhar numa escola para deficientes.
PESQUISAR: métodos ativos, provedeuticas
terça-feira, 26 de abril de 2011
Relato de Aula - 7 - Psicologia da Educação
LEV VIGOTSKY (1896-1934)
- A sua obra só veio para o ocidente em 1960;
- Grande pensador do desenvolvimento humano;
- Aspecto abordado: a formação de conceitos;
- Era crítico de arte;
- Livro: "Pensamento e linguagem";
- Piaget disse sobre ele: "O Mozart da Educação";
- Sempre analisa o contexto histórico cultural
- Filmes:
- O Garoto Selvagem, de Françoes Truffault
- O Enigma de Kasper Hauser
- A fala transforma o comportamento (a fala é o pensamento transformado)
- Caldo de cultura: formado pelas linguagens
- Zona de desenvolvimento proximal: competências latentes - está combinado com o desejo de se aprender alguma coisa - tem relação com a teoria de assimilação do Piaget. O nivel de desenvolvimento é similar a idéia de Zona de Equilibrio.
- Vigotsky: pensador dialético
PESQUISAR: dialética
- Criar condições para absorção de um conceito
- Conceito: generalização de uma idéia
- Possibilidade da contradição como elemento do pensamento
- Nós não somos implicados no processo de aprendizado.
- A sua obra só veio para o ocidente em 1960;
- Grande pensador do desenvolvimento humano;
- Aspecto abordado: a formação de conceitos;
- Era crítico de arte;
- Livro: "Pensamento e linguagem";
- Piaget disse sobre ele: "O Mozart da Educação";
- Sempre analisa o contexto histórico cultural
- Filmes:
- O Garoto Selvagem, de Françoes Truffault
- O Enigma de Kasper Hauser
- A fala transforma o comportamento (a fala é o pensamento transformado)
- Caldo de cultura: formado pelas linguagens
- Zona de desenvolvimento proximal: competências latentes - está combinado com o desejo de se aprender alguma coisa - tem relação com a teoria de assimilação do Piaget. O nivel de desenvolvimento é similar a idéia de Zona de Equilibrio.
- Vigotsky: pensador dialético
PESQUISAR: dialética
- Criar condições para absorção de um conceito
- Conceito: generalização de uma idéia
- Possibilidade da contradição como elemento do pensamento
- Nós não somos implicados no processo de aprendizado.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Relato de Aula - 6 - Psicologia da Educação
Trabalho em grupo com a seguinte proposta:
"Um dos prazeres do artista era confundir o espectador, criar linhas e padrões ilusórios. Gostava de misturar dimensões, ignorar a gravidade. Não raro, suas correntezas seguiam rio acima, ou suas escadas perdiam o fim nas alturas. Suas paisagens conduzem o olhar do espectador para um movimento cíclico que nem sempre faz sentido. "É preciso haver certo grau de mistério, mas que não seja imediatamente aparente", disse em 1963. "Eu não consigo deixar de brincar com as nossas certezas estabelecidas. Tenho grande prazer, por exemplo, em confundir deliberadamente a segunda e a terceira dimensões, plana e espacial, e ignorar a gravidade", dizia o artista".
Com base na observação da figura "Relatividade", de Maurits Cornelis Escher e na leitura do texto acima, publicado em Carta na Escola de fevereiro, estabeleça uma breve análise crítica da teoria de Jean Piaget.
O grupo formado foi: Cássia, Keila, Rosângela e eu.
Foi uma experiência muito interessante desenvolver essa análise, sob vários aspéctos:
- nos aprofundamos mais na obra de Jean Piaget;
- nos aprofundamos na análise da obra de Escher, sua estética e suas intenções;
- foi a primeira vez que fizemos um trabalho com esse tipo de proposta.
Primeiramente, estabelecemos pontos para fundamentar nosso texto final:
- Tudo pode ter vários pontos de vista;
- Não existe o certo e o errado absolutos;
- A necessidade da flexibilidade do professor;
- O aluno como um ser complexo;
- As etapas cognitivas propostas por Piaget são pilares norteadores para o Educador, mas não são estáticos;
- O aluno precisa caminhar por seus próprios passos: é preciso que ELE experimente;
- A necessidade de um olhar afastado por parte do Educador para uma melhor compreensão;
- A necessidade de olhar ora o todo e ora as partes;
- O professor tem que estudar e procurar aprender sempre mais para realizar um bom trabalho;
- O aspecto positivo do caos - ele é necessário para o desenvolvimento do trabalho na sala de aula com toda sua diversidade, pluralidade e “n” variantes que acontecem no dia-a-dia.
Depois estabelecemos o formato desse texto final, chegando à conclusão que poderíamos nos inspirar na própria obra de Escher, buscando uma abordagem criativa, com uma forma artística, um certo mistério, confundindo o leitor.
Acabamos por presenciar o trabalho criativo de uma poetisa: nossa querida amiga Cássia Maria, grande artísta que deu a seguinte forma à nossa análise:
"Um dos prazeres do artista era confundir o espectador, criar linhas e padrões ilusórios. Gostava de misturar dimensões, ignorar a gravidade. Não raro, suas correntezas seguiam rio acima, ou suas escadas perdiam o fim nas alturas. Suas paisagens conduzem o olhar do espectador para um movimento cíclico que nem sempre faz sentido. "É preciso haver certo grau de mistério, mas que não seja imediatamente aparente", disse em 1963. "Eu não consigo deixar de brincar com as nossas certezas estabelecidas. Tenho grande prazer, por exemplo, em confundir deliberadamente a segunda e a terceira dimensões, plana e espacial, e ignorar a gravidade", dizia o artista".
Com base na observação da figura "Relatividade", de Maurits Cornelis Escher e na leitura do texto acima, publicado em Carta na Escola de fevereiro, estabeleça uma breve análise crítica da teoria de Jean Piaget.
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O grupo formado foi: Cássia, Keila, Rosângela e eu.
Foi uma experiência muito interessante desenvolver essa análise, sob vários aspéctos:
- nos aprofundamos mais na obra de Jean Piaget;
- nos aprofundamos na análise da obra de Escher, sua estética e suas intenções;
- foi a primeira vez que fizemos um trabalho com esse tipo de proposta.
Primeiramente, estabelecemos pontos para fundamentar nosso texto final:
- Tudo pode ter vários pontos de vista;
- Não existe o certo e o errado absolutos;
- A necessidade da flexibilidade do professor;
- O aluno como um ser complexo;
- As etapas cognitivas propostas por Piaget são pilares norteadores para o Educador, mas não são estáticos;
- O aluno precisa caminhar por seus próprios passos: é preciso que ELE experimente;
- A necessidade de um olhar afastado por parte do Educador para uma melhor compreensão;
- A necessidade de olhar ora o todo e ora as partes;
- O professor tem que estudar e procurar aprender sempre mais para realizar um bom trabalho;
- O aspecto positivo do caos - ele é necessário para o desenvolvimento do trabalho na sala de aula com toda sua diversidade, pluralidade e “n” variantes que acontecem no dia-a-dia.
Depois estabelecemos o formato desse texto final, chegando à conclusão que poderíamos nos inspirar na própria obra de Escher, buscando uma abordagem criativa, com uma forma artística, um certo mistério, confundindo o leitor.
Acabamos por presenciar o trabalho criativo de uma poetisa: nossa querida amiga Cássia Maria, grande artísta que deu a seguinte forma à nossa análise:
Sentir pelo olhar.
E na visão o caos.
A importância representada no livre trânsito das possibilidades individuais.
O afastamento.
A distância positiva que busca enxergar o todo e o compreende.
Há de haver muito mais estímulos na comunhão, na lida em grupo, na troca de sensações, impressões, percepções…
É preciso abastecer-se de conhecimento para transmiti-lo.
A sabedoria unida à Ciência traz a flexibilidade tão necessária às trocas nas relações.
Há diversidade e deve existir.
E na visão o caos.
A importância representada no livre trânsito das possibilidades individuais.
O afastamento.
A distância positiva que busca enxergar o todo e o compreende.
Há de haver muito mais estímulos na comunhão, na lida em grupo, na troca de sensações, impressões, percepções…
É preciso abastecer-se de conhecimento para transmiti-lo.
A sabedoria unida à Ciência traz a flexibilidade tão necessária às trocas nas relações.
Há diversidade e deve existir.
A complexidade do ser não cabe em gavetas, está aí, livre, leve e solta.
Caminhar com as próprias pernas sem pular etapas.
As experiências são pessoais. Não há verdade absoluta.
É na angústia do caos que se aflora o processo criativo e a transformação.
Caminhar com as próprias pernas sem pular etapas.
As experiências são pessoais. Não há verdade absoluta.
É na angústia do caos que se aflora o processo criativo e a transformação.
Liberdade afinal numa busca sem fim.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Relato de Aula - 5 - Psicologia da Educação
Diálogo sobre o texto "Olhar para o futuro: o ensino de ciências", de Jean Piaget.
OBS:
- Piaget: inspirado no evolucionismo Darwinista;
- O nome da teoria é "epistemologia" e não "construtivismo", que é apenas uma direção.
Experimentalismo: ensino com possibilidade de criação:
- uma experiência que não seja realizada pela própria pessoa, com plena liberdade de iniciativa, deixa de ser, por definição, uma experiência, transformando-se em simples adestramento.
- “Compreender é inventar, ou reconstruir através da reinvenção” - é preciso moldar indivíduos capazes de produzir ou criar, e não apenas de repetir.
OBS:
- Piaget: inspirado no evolucionismo Darwinista;
- O nome da teoria é "epistemologia" e não "construtivismo", que é apenas uma direção.
Experimentalismo: ensino com possibilidade de criação:
- uma experiência que não seja realizada pela própria pessoa, com plena liberdade de iniciativa, deixa de ser, por definição, uma experiência, transformando-se em simples adestramento.
- “Compreender é inventar, ou reconstruir através da reinvenção” - é preciso moldar indivíduos capazes de produzir ou criar, e não apenas de repetir.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Relato de Aula - 4 - Psicologia da Educação
Nessa aula começamos a estudar a respeito de Jean Piaget.
Piaget: etapista / revolucionista (cientificismo, típico da época em que viveu)
Piaget: etapista / revolucionista (cientificismo, típico da época em que viveu)
* Obra: "A noção de tempo na criança" - interessante para músicos
Piaget estabeleceu as Etapas de desenvolvimento do pensamento humano:
- Período sensório-motor: 0 a 2 anos
- Período pré-operatório: 2 a 7 anos - classificação, seriação, comparação, imitação
- Período lógico-concreto: 7 a 12 anos - começa a operar sistemas complexos, inclusive ler música
- Período lógico-formal: 12 a 14 anos
Nós estamos mergulhados na nossa cultura civilizatória (iluminista, cartesiana-razão).
terça-feira, 29 de março de 2011
Relato de Aula - 3 - Psicologia da Educação
Continuamos a refletir a respeito do texto de Julio Groppa, "O incerto lugar da psicologia na educação".
A professora Ruth expôs que precisamos ter embasamento científico para formular nossas opiniões, e a partir disso procurar fugir do senso comum, ou seja, questionar as "verdades" vigentes. Em contrapartida, pensadores como Julio Groppa possuem um "essencialismo teórico" (excesso teórico).
Continuando com a reflexão do texto, todos concordaram que atualmente temos uma clinicalização de tudo, não somente da psicologia! Inclusive da música, através da Arteterapia e da Musicoterapia.
Em se tratando da psicologia, na escola esta serve apenas para explicar os insucessos, os problemas, mas não para respaldar os êxitos.
Devir: aquilo que é desconhecido.
Práxis: teoria e pratica juntas.
Escola: não trabalha com a práxis, apenas teoria.
Música: possibilidade de trabalhar teoria e prática juntas!
Artista: trabalha mais com interação do consciente com o subconsciente
Problemas a serem superados: despotencialização do professor / fragmentação do ensino.
PARA PENSAR:
- Psicologia em grupo / Psicologia institucional
- "O que a sociedade quer da escola?"
A professora Ruth expôs que precisamos ter embasamento científico para formular nossas opiniões, e a partir disso procurar fugir do senso comum, ou seja, questionar as "verdades" vigentes. Em contrapartida, pensadores como Julio Groppa possuem um "essencialismo teórico" (excesso teórico).
Continuando com a reflexão do texto, todos concordaram que atualmente temos uma clinicalização de tudo, não somente da psicologia! Inclusive da música, através da Arteterapia e da Musicoterapia.
Em se tratando da psicologia, na escola esta serve apenas para explicar os insucessos, os problemas, mas não para respaldar os êxitos.
Devir: aquilo que é desconhecido.
Práxis: teoria e pratica juntas.
Escola: não trabalha com a práxis, apenas teoria.
Música: possibilidade de trabalhar teoria e prática juntas!
Artista: trabalha mais com interação do consciente com o subconsciente
Problemas a serem superados: despotencialização do professor / fragmentação do ensino.
PARA PENSAR:
- Psicologia em grupo / Psicologia institucional
- "O que a sociedade quer da escola?"
terça-feira, 22 de março de 2011
Relato de Aula - 2 - Psicologia da Educação
Psicologia da educação: estudo dos fenômenos psicológicos relacionados tanto às práticas pedagógicas quanto ao objeto de estudo e o professor".
Pensadores:
Piaget:
- Grande pensador do século 20, suiço;
- Teoria: Etapismo desenvolvimentista;
- Morreu na década de 60, bem velhinho.
Lev Vigotsky:
- bem diferente do Piaget, russo.
- Morreu bem jovem;
- Trabalhou diretamente com Lenin;
- Método de ensino durante revolução russa;
- Obra a respeito do desenvolvimento cognitivo;
- Seu questionamento: "Como mergulhamos na linguagem?"
- Teoria: Zona de Desenvolvimento Proximal;
- FOCO: relação do pensamento com a linguagem
Jerome Bruner:
- 1ª e 2ª metade do século 20;
- um dos primeiros cognitivistas americanos;
- Currículo em espiral.
Esses 3 autores fazem parte das bases das diretrizes.
Outro estudioso da psicologia da educação é Phillippe Perrenoud, sociólogo suíço, um dos principais pensadores da educação moderna.
---***---
Semelhanças entre os textos "Como vai a educação brasileira?" (Otaviano Helene), "Paradoxo nativo" (Vladimir Safatle) e "O incerto lugar da psicologia na educação" (Julio Gropa Aquino):
- necessidade de motivação financeira dos professores;
- colocam governo como responsável pela situação.
Brasil: 100 anos de liberdade x 400 de escravidão.
Sendo que nesses 100 anos ainda tivemos o golpe militar e o período de ditadura. E a republica veio através do golpe militar.
Eu interpreto, através desses fatos, que o povo brasileiro é pacifico, ao ponto de muitas vezes ser acomodado, esperando que seus problemas sejam resolvidos por pessoas “mais capazes”, pois o povo não se sente capaz. Entretanto, acredito que essa situação está mudando.
“Estamos vivendo um momento anômico” (Ruth)
Pensadores:
Piaget:
- Grande pensador do século 20, suiço;
- Teoria: Etapismo desenvolvimentista;
- Morreu na década de 60, bem velhinho.
Lev Vigotsky:
- bem diferente do Piaget, russo.
- Morreu bem jovem;
- Trabalhou diretamente com Lenin;
- Método de ensino durante revolução russa;
- Obra a respeito do desenvolvimento cognitivo;
- Seu questionamento: "Como mergulhamos na linguagem?"
- Teoria: Zona de Desenvolvimento Proximal;
- FOCO: relação do pensamento com a linguagem
Jerome Bruner:
- 1ª e 2ª metade do século 20;
- um dos primeiros cognitivistas americanos;
- Currículo em espiral.
Esses 3 autores fazem parte das bases das diretrizes.
Outro estudioso da psicologia da educação é Phillippe Perrenoud, sociólogo suíço, um dos principais pensadores da educação moderna.
---***---
Semelhanças entre os textos "Como vai a educação brasileira?" (Otaviano Helene), "Paradoxo nativo" (Vladimir Safatle) e "O incerto lugar da psicologia na educação" (Julio Gropa Aquino):
- necessidade de motivação financeira dos professores;
- colocam governo como responsável pela situação.
Brasil: 100 anos de liberdade x 400 de escravidão.
Sendo que nesses 100 anos ainda tivemos o golpe militar e o período de ditadura. E a republica veio através do golpe militar.
Eu interpreto, através desses fatos, que o povo brasileiro é pacifico, ao ponto de muitas vezes ser acomodado, esperando que seus problemas sejam resolvidos por pessoas “mais capazes”, pois o povo não se sente capaz. Entretanto, acredito que essa situação está mudando.
“Estamos vivendo um momento anômico” (Ruth)
terça-feira, 15 de março de 2011
Relato de Aula - 1 - Psicologia da Educação
Na maior parte do tempo, eu não trabalho em escolas. Trabalho na ONG “Associação Amigos da Fanfarra de Caieiras” - com muito orgulho (hahá!) - que desenvolve um trabalho muito interessante com as escolas do município. Através dessa parceria, levamos o ensino de música e expressão corporal para os bairros da periferia, realizando as aulas todos os sábados de manhã utilizando o espaço da escola.
Estou envolvida com esse projeto desde 1994, mas até 2007 eu trabalhava mesmo como Analista de Sistemas, desenvolvendo e implantando programas de computador em várias indústrias. Apenas agora estou voltada integralmente para o ensino de música.
Entretanto, essa questão da “escola” sempre foi um assunto muito interessante para mim: “como está a escola?”, “críticas à escola...”, “na minha época, a escola...”, e assim por diante. Eu, particularmente, sempre gostei muito dessa instituição – exceto as aulas de Educação Física, por que eu era péssima nisso!
Uma frase da Professora Ruth me fez refletir: ela disse ironicamente “Todos entendem de escola”. Todos querem opinar/criticar esse ambiente. Mas com qual EMBASAMENTO? Com qual intenção? O que EU estou fazendo em relação a isso? Antes de tudo, é necessário saber o contexto histórico, como chegamos nessa situação. Percebo que nessas aulas iremos conversar muito sobre isso, e essa minha ânsia de “porquês” será saciada.
A professora nos expõe que até determinada época as escolas eram restritas para determinados grupos da sociedade, principalmente relacionados às igrejas e à nobreza. No século XVIII, a Revolução Francesa aparece com o ideal de uma “Escola para todos”, de forma a garantir a igualdade de direitos. Entretanto, esse “todos” não foi tão abrangente, pois apenas a burguesia foi contemplada.
No Brasil, apenas a partir da década de 70 que a educação se volta para as massas. Esse crescimento exponencial da estrutura do sistema de ensino, entre outros, causou esse caos que vivemos atualmente, onde ao final do 1º grau, de 10 crianças que terminam, apenas 2 sabem ler e escrever. E em 2011, o Brasil, o “país do futuro”, ocupa o 68º país em educação (entre 100 países).
Procurando mais informações a respeito de toda essa questão histórica, encontrei algumas preciosidades na internet... verdadeiras pérolas, como essa crítica a dois ensaístas americanos:
http://emsemicirculo.blogspot.com/2008/03/escola-pblica-no-comeou-no-sculo-xix.html
Esse texto da Professora Elisa Kerr, falando sobre a infância na Idade Média:
http://elisakerr.wordpress.com/crianca-rupestre/a-infancia-apos-a-idade-media/
E essa matéria da Revista Mundo Estranho, que explica como surgiram as primeiras escolas:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cultura/conteudo_289910.shtml
Perguntas que não querem calar: "Como nós aprendemos? Que mecanismos são acionados?"
Piaget, Vigotsky e Bruner responderam essas perguntas, cada um a seu modo.
E sobre suas teorias nós iremos nos debrussar durante esse semestre.
Estou envolvida com esse projeto desde 1994, mas até 2007 eu trabalhava mesmo como Analista de Sistemas, desenvolvendo e implantando programas de computador em várias indústrias. Apenas agora estou voltada integralmente para o ensino de música.
Entretanto, essa questão da “escola” sempre foi um assunto muito interessante para mim: “como está a escola?”, “críticas à escola...”, “na minha época, a escola...”, e assim por diante. Eu, particularmente, sempre gostei muito dessa instituição – exceto as aulas de Educação Física, por que eu era péssima nisso!
Uma frase da Professora Ruth me fez refletir: ela disse ironicamente “Todos entendem de escola”. Todos querem opinar/criticar esse ambiente. Mas com qual EMBASAMENTO? Com qual intenção? O que EU estou fazendo em relação a isso? Antes de tudo, é necessário saber o contexto histórico, como chegamos nessa situação. Percebo que nessas aulas iremos conversar muito sobre isso, e essa minha ânsia de “porquês” será saciada.
A professora nos expõe que até determinada época as escolas eram restritas para determinados grupos da sociedade, principalmente relacionados às igrejas e à nobreza. No século XVIII, a Revolução Francesa aparece com o ideal de uma “Escola para todos”, de forma a garantir a igualdade de direitos. Entretanto, esse “todos” não foi tão abrangente, pois apenas a burguesia foi contemplada.
No Brasil, apenas a partir da década de 70 que a educação se volta para as massas. Esse crescimento exponencial da estrutura do sistema de ensino, entre outros, causou esse caos que vivemos atualmente, onde ao final do 1º grau, de 10 crianças que terminam, apenas 2 sabem ler e escrever. E em 2011, o Brasil, o “país do futuro”, ocupa o 68º país em educação (entre 100 países).
Procurando mais informações a respeito de toda essa questão histórica, encontrei algumas preciosidades na internet... verdadeiras pérolas, como essa crítica a dois ensaístas americanos:
http://emsemicirculo.blogspot.com/2008/03/escola-pblica-no-comeou-no-sculo-xix.html
Esse texto da Professora Elisa Kerr, falando sobre a infância na Idade Média:
http://elisakerr.wordpress.com/crianca-rupestre/a-infancia-apos-a-idade-media/
E essa matéria da Revista Mundo Estranho, que explica como surgiram as primeiras escolas:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cultura/conteudo_289910.shtml
Perguntas que não querem calar: "Como nós aprendemos? Que mecanismos são acionados?"
Piaget, Vigotsky e Bruner responderam essas perguntas, cada um a seu modo.
E sobre suas teorias nós iremos nos debrussar durante esse semestre.
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