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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Relato de Aula - 14 - Metodologia I

Trabalhos apresentados pelo colegas:

ANTONIO LEAL DE SÁ PEREIRA - Thiago Horacio e Anderson Bouzan




- Existe uma escola Sá Pereira
- Livro dele não foi reeditado
- Teve contato com Dalcroze
- Retornou ao Brasil depois de 17 anos, e foi convidado a lecionar na Escola de Musical de Pelotas - RS.
- Foi professor de piano de Camargo Guarnieri
- Critico muito grande dos métodos de ensino de música da época.
- Defensor dos professores de música, sempre lutando por melhores condições.
- Foi para os EUA e durante 3 meses conheceu o método de ensino desse país.
- Criou o Conservatório Brasileiro de Música.
- Criou vários métodos de ensino de intervalos, figuras ritmicas, baseados nos métodos de Dalcroze.
- Utiliza bandinha ritmica.
- Contribuição da Lucila: Josete Felix, trabalha com musicalização infantil em Jundiai, deve ter tido aulas com Sá Pereira, devido a um método semelhante de ensino de quiálteras.
5 "eu ja disse que"
6 "eu ja disse que não"
7 "eu já disse que não vou"
8 "eu já disse que não vou mais"
- Fazia testes para os alunos ingressarem nas aulas.

CACILDA BORGES BARBOSA - Lucila




- Estudos Brasileiros para Piano Solo
- Nasceu em 1914, faleceu em 2010
- Sofreu de Alzeimer
- É citada na Enciclopédia Brasileira de Música
- Apesar de ser uma ótima pianista, não quiz seguir carreira, se dedicando à composição.
- Foi pioneira com música eletrônica no Brasil, viajando para outros países para pesquisar tecnologias.
- Filosofia de trabalho: "Minha música é o grito de guerra do brasileiro"
- Começava com intervalo de quinta (do-sol), inseria a mediante (do-mi-sol), incluia a supertônica e a subdominante ré e fá, depois a superdominante lá e finalmente a sensível sí.

MARIA DE LOURDES MASCARENHAS VALLIER - Carol




- Decada de 60
- Ingressou na UFRJ
- Mudando do Rio de Janeiro teve que aprender tudo de novo.
- Tomou contato com Robert Pace.
- Métodos de estudo de piano em grupo.
- Cacilda ajudou a fazer as melodias dos livros da Maria de Lourdes.
- Seu método trabalha a criança antes da parte técnica.
- Trabalha com leitura relativa

JURITY DE SOUZA FARIAS - Diogo e Jessica

- Não tem informação sobre ela na internet
- Nasceu no dia 08/06/1910, faleceu em 02/01/1980
- Tinha ouvido absoluto.
- Se formou pelo CBM
- Fundou um conservatório no suburbio do Rio, que futuramente virou faculdade.
- Escreveu o livro chamado "Curso Pré Teórico"
- Queria difundir um modelo de professor, um novo tipo de professor.
- Seu primeiro trabalho foi apresentado numa tese na Escola Nacional de Música.
- Solfejo muito forte, baseados em Dalcroze, através de processos mneumônicos.
- Baseado em frases.
- Contribuição do Teco: essa idéia já era utilizada pela Elisa ...., professora da USP

Relato de aula - 13 - Metodologia I

- Gerg Self e John Paynter (ver Metodologia II).

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Relato de aula - 12 - Metodologia I

- Continuação do método Willems.

Fizemos vários exercícios utilizando um metalofone intratonal. Esse instrumento, também chamado de metalofone micro-cromático, foi criado por Willems para facilitar a educação musical com crianças. Ele era muito habilidoso e também inventou outros instrumentos para desenvolver a percepção de alturas e timbres nos alunos: sinos com várias alturas, flauta de êmbolo, plaquetas do mesmo tamanho com um intervalo de quarta justa, 1 tom dividido em dezoito partes, flanelograma -  pentagrama grande na flanela.

Achei muito bacana também os objetivos de Willems na educação musical:
- Desenvolver na criança o amor pela música e a alegria em praticá-la.
- Administrar toda possibilidade para crianças aprender a música.
- Favorecer através da prática musical, o desenvolvimento da criança, a personalidade humana, com participação do afetivo, sensorial, mental, físico e espiritual.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Relato de aula - 11 - Metodologia I

- Continuação do método Willems.

Fizemos vários exercícios:
- Exercício de percepção, utilizando diferentes timbres de sinos.
- Improvisação através de perguntas e respostas melódicas, utilizando intervalos pré-definidos.
- Criação de frases rítmicas:
          * com variações de dinâmica;
          * com variações de andamento;
          * com métrica / sem métrica (livre).

- Utilização de canções ou músicas clássicas para exercícios com movimentos (andar, correr, saltitar, marchar...)

Achei muito interessante algo que a Enny falou sobre o método Willems: "a cada fase tudo é retomado e vai-se sofisticando". Novamente me lembrou do currículo em espiral do qual falamos no semestre passado! Será que estou pirando nesse negócio de espiral?!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Relato de aula - 10 - Metodologia I

- Continuação do método Willems.
A Enny comentou que é muito interessante combinar alguns métodos para se obter um trabalho bacana. Por exemplo, podemos utilizar Dalcroze / Orff (movimento criativo), Dalcroze / Willems (parte solfégica), Dalcroze / Kodaly (canções e manossolfa).

WILLEMS (1890-1976):
- nasceu na Bélgica;
- expremamente essencialista e tonal;
- veio ao Brasil através de Carmen Mettig Rocha, que criou para cada caderno de Willems um correspondente em português;
- "para ensinar música é necessário apenas música", ou seja, aprende-se através do som;
- "A música se baseia em leis absolutas e naturais, como o ser humano. A música e o ser humano são paralelos". Willems fez associações entre a matéria e o som:
           * Vida corporal (impulsões físicas) -> vida ritmica;
           * Vida afetiva (emoções, sentimentos) -> vida melódica;
           * Vida mental (raciocínio, intelecto) -> harmonia.

- As teorias de Willems tem base antroposófica;
- Viveu na mesma cidade de Piaget ao mesmo tempo que Piaget;
- As práticas Willems são bem cartesianas, não vivenciando através da prática o "3 contém o 1 e 2", por exemplo;
- É o estudioso mais estruturado;
- Não existia iniciação musical antes de Willems;
- Quanto a percepção do som ambiente, Willems está mais interessado na acuidade auditiva. Não tem o mesmo objetivo que Shaffer.
- Trabalho com o corpo não era no sentido de expressão: andar, correr, saltitar, galopar, marchar, balançar, saltar.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Relato de aula - 9 - Metodologia I

- Conclusão do método Kodály;

- Introdução ao método Willems.

Ainda conversamos um pouco sobre Kodály, lembrando a importância das canções, principalmente nesse método, visto que Kodály fez uma análise das canções tradicionais do seu país.

Inclusive, Villa Lobos se "inspirou" muito nos trabalhos de Kodaly, tanto na utilização de um repertório nacional como na criação de um manossolfa.

Através das canções é possível desenvolver vários exercícios / percepções de ritmo, melodia e harmonia.

Também comentamos que hoje temos muito material tanto em gravações como em partituras de repertório infantil, mas há cerca de 25 anos não existia nada!

Iniciando o estudo sobre Willems, foi exposto que seu método é muito interessante para professores iniciantes, tendo em vista é que muito bem organizado por fases, quatro ao todo, que Willems chamou de graus.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Relato de aula - 8 - Metodologia I

- Continuação do método Kodály.

Conforme combinado na aula anterior, o Teco nos deu uma demonstração de como ele aplica o método Kodaly nas suas aulas.

Ele mostrou como trabalha com seus grupos corais, utilizando exercícios com percepção auditiva, glissandos, canções, métodos de escrita, dó móvel, etc.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Relato de aula - 7 - Metodologia I

- Continuação do método Kodály

Bem que eu estava suspeitando... através dessas aulas de Kodaly acabei percebendo que comecei a ser musicalizada com esse método! Quando estava na quinta série, começou na escola um projeto da FDE chamado "Escola Aberta", através do qual havia aulas de canto e flauta-doce. Eu optei pela flauta-doce.

Minha professora, chamada Valéria Ruiz, usava os "Tás e Ti-tis"! Mas até agora eu não sabia que era um método específico. Ela também utilizava muitas músicas folclóricas, várias, inclusive, que nós não conhecíamos.

Acho que ela também se inspirava em Dalcroze, pois usava alguns exercícios com movimentos... mas não tenho certeza...

Era muito legal. Tanto que depois de uns três anos entrou outro professor, que usava músicas mais "moderninhas", como "Segura o Tchan"!!! Ah, eu me lembro que não gostei nadinha...

Na aula de hoje cantamos bastante, trabalhando tanto com a parte ritmica quanto com a melódica. A Enny utilizou exercícios do livro "Leitura e Escrita Musical". Ela também indicou o livro "Brincando, Cantando e Aprendendo" (Marli Batista Ávila).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Relato de aula – 6 – Metodologia I

- Continuação do método Kodály.

Trabalhamos com a música dos patinhos:
“Todos os patinhos
gostam de nadar
Gostam de nadar
N’água a cabecinha
E o rabinho no ar”.

Escrever a música utilizando figuras alternativas:
.. .. _ _
.. .. _
.. .. _
.. .. _ _
.. .. _


Trabalhamos com a música “Boi da cara preta”:
“Boi boi boi
Boi da cara preta
Pega essa menina
Que tem medo de careta”

Opções de atividades:
- Cantar a música;
- Tocar a pulsação no pé / mão / pé e mão;
- Cantar a música enquanto toca um ostinato rítmico;
- Fazer cânone tanto cantando como com o ritmo;
- Expor que a canção tem pulso e ritmo. Com a mão direita tocar o ritmo, com a mão esquerda o pulso, e vice-versa.

Outra opção de música: "Boi da cara preta"

Também é possível trabalhar com nomes:


E com frases - “Nem tudo que reluz é ouro”:



Adorei a atividade de pergunta/resposta na roda. Nessa atividade, os alunos sentam em roda, e verifica-se se cada um tem um par:

 Estabelece-se uma pulsação. Cada aluno vai propor frases ritmicas para seu par, de acordo com as seguintes possibilidades:
- Perguntas e respostas iguais;
- Perguntas e respostas diferentes;
- Formulas de compasso diferentes.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Relato de aula – 5 – Metodologia I

- Introdução do método Kodály

Nessa aula foram expostas as características do método Kodály:
- Valorização da cultura local. No caso dele, o folclore húngaro, do qual muitas músicas são utilizadas em seu método. Aliás, num trabalho de pesquisa de músicas populares a serem aproveitadas nas suas composições, Kodály coletou cerca de 100.000 canções. Foi muito discutido em sala de aula a questão da necessidade de, quando se utilizar o método Kodaly, fazer uma adaptação para nossa cultura brasileira, utilizando nossas músicas folclóricas. Além de se dar a devida importância para a cultura local, existem algumas diferenças entre as canções tradicionais de um país para outro. Por exemplo, no caso das músicas húngaras, o intervalo de terça menor é muito presente. Entretanto, na música brasileira o intervalo que mais aparece é o de quinta justa;
- “A música pertence a todos”, sendo uma importante ferramenta para a formação integral de ser;
- O canto é o melhor fundamento para a técnica musical, tanto que seu método utiliza-se muito do canto coletivo.
- Solfejo relativo;
- Dó móvel;
- Sistema de manossolfa;
- Ritmo é ensinado em conjunto com a melodia;
- Utilização de sílabas como “TÁ” e “TI-TI” para trabalhar as figuras rítmicas;
- Música deve fazer parte do cerne do currículo educacional, um assunto essencial como base para a educação.

Surgiu também em sala uma discussão a respeito de ensinar ou não a notação musical convencional. Bom, eu particularmente tenho pouca experiência em dar aula de música numa turma que não esteja voltada para o aprendizado de um instrumento musical. Entretanto, me lembrei muito a possibilidade de se trabalhar um currículo em espiral, onde a cada etapa se aprofunda e se ampliam os conhecimentos, que a professora Ruth Ladeira nos apresentou no semestre passado. Acredito que, dependendo da idade e da “etapa” em que o aluno se encontra, podemos começar com uma notação não convencional, mas depois é possível apresentar a notação padrão.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Relato de aula – 4 – Metodologia I

- Vídeo “Eurhythmics with Robert M. Abramson”, sobre a pedagogia Dalcroze.
- Discussão sobre método Dalcroze.

Para mim, uma das coisas mais interessantes e importantes que foram expostas na discussão é o fato de que “tudo o que é exposto na prática depois facilmente é colocado na teoria. O contrário é bem difícil”.  Apesar de ter tido uma formação essencialmente teoria em alguns pontos, tenho procurado nortear minha prática pedagógica justamente pela prática.

A Enny também nos passou o site do Institute for Jaques-Dalcroze Education, onde, além de informações sobre os cursos oferecidos, também tem vários artigos sobre o Método Dalcroze assim como a biografia do seu criador.

Pesquisei mais alguns materiais a respeito de Dalcroze na internet, e achei muitos livros de dança citando seus métodos. Num desses, “Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento” (PETRELLA, MOMMENSON, 2006), encontrei a seguinte frase de Dalcroze: “Eis-me a sonhar com uma educação musical na qual o corpo seja o intermediário entre os sons e nossos pensamentos, tornando-se assim o instrumento dos nossos sentimentos”.  De fato, como a Rosangela comentou em sala de aula, seria muito bom se todos os músicos tivessem a oportunidade de começar pelo método Dalcroze.

Nesse mesmo livro, estavam expostos os três princípios nos quais o Método se baseia:
- O desenvolvimento do sentido musical passa pelo corpo inteiro;
- O despertar do instinto motor conscientiza as noções de ordem e equilíbrio;
- A ampliação da faculdade imaginativa se faz por livre troca e união interna entre o pensamento e o movimento corporal.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Relato de aula – 3 – Metodologia I

- Continuação do método Dalcroze (corporeificação da música - individual, em duplas, etc. -, solfejo melódico)

Por curiosidade, procurei na internet vídeos de aplicação do método Dalcroze. Achei alguns, principalmente trabalhando as diferentes formas de compasso. Achei interessante, mas ao mesmo tempo foi impossível não fazer um comparativo com as nossas aulas, onde a Enny permite que nós mesmos façamos a descoberta de qual ritmo está sendo tocado. Nos vídeos que achei, o monitor fica falando "2, 4, 3, 5...". Bom, pode ser também que isso fosse apenas uma primeira etapa. Mas de qualquer forma, achei estranho!


O próximo vídeo achei bem interessante, e mais semelhante ao que costumamos fazer em sala de aula. Ps exercícios são muito bacanas! Mas nesse caso, se trata de uma classe do próprio Instituto Jaques-Dalcroze.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Relato de Aula – 2 – Metodologia I

- Exercícios do método Dalcroze.

Há algum tempo eu já utilizava as palavras para facilitar a compreensão das figuras e dos grupos rítmicos! Entretanto, não posso dizer que tive essa brilhante idéia sozinha, pois comecei a aplicar esse método após uma aula da Professora Maria Zei, no curso “Educação Musical – do berçário à maturidade” na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Na ocasião, a Zei nos mostrou como ela trabalhava as colcheias, semicolcheias e suas combinações com os alunos, utilizando nomes:



O legal era quando apareciam colcheias e semicolcheias juntas. Ela falava, então, que uma sílaba “engolia” a outra:



Nas minhas práticas, eu não costumo utilizar palavras para a semínima, utilizando apenas o já conhecido “TA”. Gostei muito da idéia do “pão”!

Para a colcheia, o “TA-TA” ou o “TI-TI” mesmo (Kodály), utilizando palavras apenas eventualmente. Mas nesse caso, como trabalho com crianças a partir do 5º ano, peço para os próprios alunos falarem palavras de duas sílabas que tenham a primeira sílaba como tônica (paroxítona ). Eles falam (e muuuito!) e fazemos os exercícios com todas: cama, mesa, muro, bola, bala, chato, lápis, berro, calça, tênis, etc...
Faço a mesma coisa para as semicolcheias: pirulito, abobrinha, uniforme, batatinha, Jaqueline, etc...



Para as tercinas, achei bem legal a proposta da palavra “pêssego”, principalmente por ter acento na primeira sílaba (proparoxítona). Eu tenho utilizado a palavra “lâmpada”. Aliás, quem me ajudou com isso foi um aluno também. Eu estava tentando achar uma palavra com três sílabas, sendo a tônica na primeira, e não estava conseguindo lembrar-me de nenhuma. Lancei a proposta na sala e o Vitor me ajudou!

Bom, agora talvez alguns colegas fiquem um pouco indignados com a próxima associação. Mas enfim... numa certa aula aconteceu algo muito engraçado: os próprios alunos associaram as diferentes durações das figuras com a famigerada música “Créu” e suas velocidades!!! Hahahaha!



Baseado nesse fato, não é nada difícil de, quando for utilizar a palavra “pão” para a semínima, algum aluno ter a brilhante idéia de usar “chão-chão-chão-chão”!!! Hahahaha!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Relato de Aula – 1 – Metodologia I

- Apresentação do conteúdo das matérias Metodologia I e II.
- Diferenças entre o ensino tradicional e as metodologias ativas. Na primeira, o aluno é apenas um repositório do conhecimento “despejado” pelo professor. Na segunda, existe a experimentação, onde o aluno constrói o próprio conhecimento. Entretanto, é necessário haver uma devolutiva do aluno, através da qual é possível observar/refletir o que foi atingido/aprendido com o experimento. Se não houver essa reflexão, acaba-se fazendo uma atividade “por fazer”, sem objetivo definido.
- Introdução ao Método Dalcroze.

Muito interessante o método Dalcroze! Acho sensacional a possibilidade de utilizar movimentos corporais para a educação musical. Afinal, música é movimento. Entretanto, ainda acredito que tenho algum bloqueio para trabalhar a questão do corpo nas minhas aulas de música. Isso é muito intrigante para mim, pois adoro participar das práticas feitas em sala de aula pela Enny, e no semestre passado pela Melina. Talvez seja só questão de tempo, de forma que eu absorva mais profundamente essas possibilidades e consiga “por para fora” de forma mais natural.