Hans-Joachim Koellreutter
Hoje praticamos um exercício chamado "Fases de Tamboriladas".
Foi muito bacana! Pesquisamos tudo o que era possível tamborilar na sala de aula. Depois, cada um mostrou sua pesquisa. Achei muito bacanas os sons encontrados pela turma! Principalmente utilizar as baquetas nas grades existentes embaixo das cadeiras.
Em seguida, fomos convidados a ir a frente do grupo para reger e montar uma composição, inclusive utilizando outros intrumentos como xilofones e metalofones.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Relato de aula - 4 - Regência e Didática do Canto Coral
- Continuação de atividades com a música "Caça a Raposa" de João Bosco (gravação com o grupo Vesper)
- Exercícios de coordenação (regência de ritmos - binário, ternário e quaternário - trocando de mãos)
- Prática de repertório
- Regência do repertório por alguns do grupo
- Exercícios de coordenação (regência de ritmos - binário, ternário e quaternário - trocando de mãos)
- Prática de repertório
- Regência do repertório por alguns do grupo
Relato de aula – 4 – Metodologia I
- Vídeo “Eurhythmics with Robert M. Abramson”, sobre a pedagogia Dalcroze.
- Discussão sobre método Dalcroze.
Para mim, uma das coisas mais interessantes e importantes que foram expostas na discussão é o fato de que “tudo o que é exposto na prática depois facilmente é colocado na teoria. O contrário é bem difícil”. Apesar de ter tido uma formação essencialmente teoria em alguns pontos, tenho procurado nortear minha prática pedagógica justamente pela prática.
A Enny também nos passou o site do Institute for Jaques-Dalcroze Education, onde, além de informações sobre os cursos oferecidos, também tem vários artigos sobre o Método Dalcroze assim como a biografia do seu criador.
Pesquisei mais alguns materiais a respeito de Dalcroze na internet, e achei muitos livros de dança citando seus métodos. Num desses, “Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento” (PETRELLA, MOMMENSON, 2006), encontrei a seguinte frase de Dalcroze: “Eis-me a sonhar com uma educação musical na qual o corpo seja o intermediário entre os sons e nossos pensamentos, tornando-se assim o instrumento dos nossos sentimentos”. De fato, como a Rosangela comentou em sala de aula, seria muito bom se todos os músicos tivessem a oportunidade de começar pelo método Dalcroze.
Nesse mesmo livro, estavam expostos os três princípios nos quais o Método se baseia:
- O desenvolvimento do sentido musical passa pelo corpo inteiro;
- O despertar do instinto motor conscientiza as noções de ordem e equilíbrio;
- A ampliação da faculdade imaginativa se faz por livre troca e união interna entre o pensamento e o movimento corporal.
- Discussão sobre método Dalcroze.
Para mim, uma das coisas mais interessantes e importantes que foram expostas na discussão é o fato de que “tudo o que é exposto na prática depois facilmente é colocado na teoria. O contrário é bem difícil”. Apesar de ter tido uma formação essencialmente teoria em alguns pontos, tenho procurado nortear minha prática pedagógica justamente pela prática.
A Enny também nos passou o site do Institute for Jaques-Dalcroze Education, onde, além de informações sobre os cursos oferecidos, também tem vários artigos sobre o Método Dalcroze assim como a biografia do seu criador.
Pesquisei mais alguns materiais a respeito de Dalcroze na internet, e achei muitos livros de dança citando seus métodos. Num desses, “Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento” (PETRELLA, MOMMENSON, 2006), encontrei a seguinte frase de Dalcroze: “Eis-me a sonhar com uma educação musical na qual o corpo seja o intermediário entre os sons e nossos pensamentos, tornando-se assim o instrumento dos nossos sentimentos”. De fato, como a Rosangela comentou em sala de aula, seria muito bom se todos os músicos tivessem a oportunidade de começar pelo método Dalcroze.
Nesse mesmo livro, estavam expostos os três princípios nos quais o Método se baseia:
- O desenvolvimento do sentido musical passa pelo corpo inteiro;
- O despertar do instinto motor conscientiza as noções de ordem e equilíbrio;
- A ampliação da faculdade imaginativa se faz por livre troca e união interna entre o pensamento e o movimento corporal.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Koellreutter: mestre da música do século 21
Sensacional! Como a nossa sociedade estaria bem diferente tanto na cultura quanto em outros aspectos se todos pensassem dessa forma.
Por isso tomo a liberdade de entitular esse relato atribuindo a Koellreutter a posição de "mestre da música do século 21". Possivelmente, várias pessoas com muito mais conhecimento do que eu poderão refutar essa colocação, dizendo que esse ou aquele compositor trouxeram mais colaborações para a música nesse período.
Entretanto, se olharmos de forma ampla, o pensamento de Koellreutter teria de ser o pensamento do século 21: inclusão, criatividade, questionamentos. Acredito que precisamos assimilar e aplicar essas três palavras para dar um sentido a nossa existência, e para que possamos colaborar com esse nosso planeta, tanto socialmente quanto ecologicamente.
"Por que o sr. sempre carrega a Bíblia, o Fausto, de Goethe, e A Arte da Fuga, de Bach?"
Koellreutter: "Tudo o que falamos até agora está na Bíblia ou no Fausto. Quanto à Arte da Fuga, de Bach, já a regi mais de 50 vezes. É uma obra fascinante, em que cada nota tem significado e, ao mesmo tempo, há uma unidade fantástica. Muitos me perguntam como chego a essas conclusões estranhas e lhes respondo que estudei o futebol na última Copa. Em campo, vi que a disciplina incrível do time brasileiro convivia com uma liberdade extraordinária, quando diante do adversário. Isso é a música. Pensei na hora na Arte da Fuga, rigorosamente disciplinada e, ao mesmo tempo,de uma liberdade de interpretação total. Desde então, trabalho deste modo: misturo aquilo que acho que é a estrutura básica, os pilares da composição, com uma mudança constante do que está entre esses pilares. Espero não abandonar essa forma de compor antes de desaparecer."
Trecho da entrevista "Música Tem de Ter Conteúdo", publicada pelo "Estado" em 1º de novembro de 1997 (orientado por Carlos Haag).
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Relato de aula - 3 - Metodologia II
Hans-Joachim Koellreutter
"A música é uma arte do tempo"
(Enny Parejo)
Prenância: se destacam de uma estrutura.
Gestalt: percepção de uma estrutura como um todo, no mesmo momento. Configurações pluridimensionais.
Obra 1941, de Koellreutter: inovação da forma sonata / estética do impreciso e paradoxal.
Obs - Forma sonata:
* Introdução - exposição do tema;
* Desenvolvimento;
* Reexposição.
Música atonal: esse "a" tem o sentido de transcendência e não de negação.
Apresenta os motivos principais (gestalts). Essas composições são diálogos entre as gestalts.
São necessários filtros conceituais para entender.
"Mas: é sempre água, mas as ondas sempre dão uma forma diferente".
Antítese: música de Haydn, pois são previsíveis.
"A música é uma arte do tempo"
(Enny Parejo)
Prenância: se destacam de uma estrutura.
Gestalt: percepção de uma estrutura como um todo, no mesmo momento. Configurações pluridimensionais.
Obra 1941, de Koellreutter: inovação da forma sonata / estética do impreciso e paradoxal.
Obs - Forma sonata:
* Introdução - exposição do tema;
* Desenvolvimento;
* Reexposição.
Música atonal: esse "a" tem o sentido de transcendência e não de negação.
Apresenta os motivos principais (gestalts). Essas composições são diálogos entre as gestalts.
São necessários filtros conceituais para entender.
"Mas: é sempre água, mas as ondas sempre dão uma forma diferente".
Antítese: música de Haydn, pois são previsíveis.
Relato de aula – 3 – Metodologia I
- Continuação do método Dalcroze (corporeificação da música - individual, em duplas, etc. -, solfejo melódico)
Por curiosidade, procurei na internet vídeos de aplicação do método Dalcroze. Achei alguns, principalmente trabalhando as diferentes formas de compasso. Achei interessante, mas ao mesmo tempo foi impossível não fazer um comparativo com as nossas aulas, onde a Enny permite que nós mesmos façamos a descoberta de qual ritmo está sendo tocado. Nos vídeos que achei, o monitor fica falando "2, 4, 3, 5...". Bom, pode ser também que isso fosse apenas uma primeira etapa. Mas de qualquer forma, achei estranho!
O próximo vídeo achei bem interessante, e mais semelhante ao que costumamos fazer em sala de aula. Ps exercícios são muito bacanas! Mas nesse caso, se trata de uma classe do próprio Instituto Jaques-Dalcroze.
Por curiosidade, procurei na internet vídeos de aplicação do método Dalcroze. Achei alguns, principalmente trabalhando as diferentes formas de compasso. Achei interessante, mas ao mesmo tempo foi impossível não fazer um comparativo com as nossas aulas, onde a Enny permite que nós mesmos façamos a descoberta de qual ritmo está sendo tocado. Nos vídeos que achei, o monitor fica falando "2, 4, 3, 5...". Bom, pode ser também que isso fosse apenas uma primeira etapa. Mas de qualquer forma, achei estranho!
O próximo vídeo achei bem interessante, e mais semelhante ao que costumamos fazer em sala de aula. Ps exercícios são muito bacanas! Mas nesse caso, se trata de uma classe do próprio Instituto Jaques-Dalcroze.
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